[cer T.I. fique-se] Mercado de trabalho, sindicato e organização de classe
Mosan,
Algumas idéias:
* Se um edital pode pedir que um profissional tenha segundo grau para um determinado papel, a mesma regra vale para uma graduação, pós-graduação, etc. Claro que, como estamos falando de ãmbito brasileiro, talvez a legislação sobre o assunto exija que seja uma classificação reconhecida pelo MEC, e neste caso as certificações de órgão como o PMI não se aplicam. Talvez você possa colocar uma fileira de “ou´s” no seu edital, tal como “tenha certificação PMP ou MBA ou pós-graduação na área ou 4 anos de experiência no papel de GP”.
* Outra idéia é ter uma pessoa de dentro bem qualificada, e coloque-a num novo cargo, para supervisionar os projetos de TI a partir de agora. Afinal, editais são necessários com boa frequência, maior até do que o prazo de conclusão de muitos projetos. Isso quer dizer que você vai ter um cara no papel de representante do sponsor e também de “PMO em um homem só” e ele acompanhará e fiscalizará os projetos objetos dos editais. Já que não dá pra botar um cara qualificado no fornecedor, sujeite o fornecedor à um acompanhamento. Não tem mal nenhum nisso.
* Se não for possÃvel especificar a qualificação profissional da equipe (mesmo quando se tratar de apenas único profissional, o GP), então que tal colocar o máximo possÃvel de clausulas de SLA e punitivas por não cumpri-lo? Por tabela isso vai afastar os menos qualificados ou que não podem garantir o resultado.
* Sei que é uma sugestão quase inútil mas…. que tal devolver para o NAJ/RJ o problema? O papel deles não é apenas ler e dizer o que não pode ter no edital. Isso qualquer bom estagiário de Direito poderia fazer com um bom desempenho. Com “carinho” telefone pra algum deles e diga “Pôxa, e agora? O que faço? Vocês tem alguma sugestão para substituir os objetos e condições que foram vetados? Não posso arriscar o resultado final do serviço com gente que não tenha condições de cumpri-lo.”
Att,
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